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Resultado das investigações já foi partilhado com os Estados-membros da Convenção para a Proibição de Armas Químicas. (Foto:Opaq)

A Organização para a Proibição de Armas Químicas, Opaq,  revelou esta quarta-feira que “cloro foi provavelmente usado como arma química” a 4 de fevereiro na cidade síria de Saraqeb.

Na ocasião, agências de notícias citaram o Observatório Sírio dos Direitos Humanos como tendo dito que pelo menos 11 pessoas reportaram problemas respiratórios e “sintomas relacionados a uma inalação de gás cloro”.

Problemas respiratórios

A nota divulgada na cidade holandesa de Haia, explica que investigadores determinaram que o elemento químico foi “lançado a partir de cilindros de cloro por impacto mecânico no bairro de Al Talil” na área oriental da província de Idlib.

O grupo chegou a essa conclusão após detetar a presença de cloro em dois cilindros, além de testemunhos e de amostras ambientais confirmando “a presença incomum de cloro”.

Sinais e sintomas

A Opaq disse que analisou sinais e sintomas das vítimas além de receber e analisar amostras ambientais.

Em nota, o diretor-geral da Opaq, Ahmet Üzümcü, “condena com veemência o uso continuado de produtos químicos tóxicos como armas por qualquer pessoa, por qualquer motivo e em qualquer circunstância”

De acordo com a Opac, o resultado dos investigadores já foi partilhado com os Estados-membros da Convenção para a Proibição de Armas Químicas. O relatório do estudo foi transmitido ao Conselho de Segurança através do secretário-geral.

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