Foto: Arquivo/Agência Brasil
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Está cada dia mais difícil encontrar um consenso entre o bolso do consumidor e o tanque de seu veículo. Quando um está cheio, o outro automaticamente se esvazia. A explicação para tantos aumentos nos combustíveis parece ser outro ponto sem resposta.

Auditores fiscais de todos o país se reuniram na Secretaria da Fazenda nesta quarta-feira (8) para tratar da fiscalização de combustíveis, juntamente com o Procon Goiás e a Receita Estadual, a fim de tratar um compromisso de compartilhar informações de preços.

O gerente de combustíveis da Sefaz, Fernando Ganzer, afirma que os reajustes não podem ser justificados baseados nos impostos.

O advogado do Sindicato dos Postos de Combustíveis de Goiás (Sindiposto), Antônio Carlos Lima, concorda com o gerente e acrescenta que o combustível de Goiânia é o segundo mais caro do país. Segundo ele, se não houver mudanças por parte do governo, a possibilidade é de que a gasolina chegue a R$ 5 até o final do ano.

A Polícia Civil (PC) instaurou inquérito para apurar “eventual formação de cartel de postos de combustíveis” na Capital goiana. O procedimento tramita em sigilo na Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra o Consumidor (Decon). O Procon-GO instaurou processo administrativo na semana passada para apurar o aumento e a tabulação dos preços.

Da repórter Giuliane Alves

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