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Coletiva de imprensa realizada no dia 07 de março pela Enel (Foto: Sagres on)

O primeiro projeto na pauta para votação no plenário da Assembleia Legislativa, para a sessão ordinária desta quarta-feira (21) prevê novo perdão em dívidas de ICMS da antiga Celg-D, atual Enel Distribuição Goiás, junto ao governo estadual. Ponto chave para a privatização da empresa goiana para a multinacional italiana foi a anistia dos valores que deveriam ser recolhidos pela distribuidora pelos próximos 29 anos.

Agora, a intenção é perdoar todas as dívidas relativas ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços anteriores a 2015. O projeto contou com intensa discussão por parte de deputados de oposição na última semana, mas não foi apreciado em segunda e última votação por falta de quórum. Não houve deputados suficientes para votação na quinta-feira e nem nesta terça.

O deputado Luís Cesar Bueno (PT) afirma porque é contra a matéria em entrevista à Sagres 730. “Eu entendo que a empresa cobra caro, o ICMS onera muito o consumidor e agora o que estamos vendo é a anistia dessa dívida. Imagina se as empresas privadas pedirem anistia de ICMS? Isso vai quebrar o Estado”, afirma.

O presidente da Assembleia Legislativa, José Vitti (PSDB), aponta que o projeto faz parte de acordo fechado na época da venda da Celg-D para a multinacional italiana Enel e defende a aprovação. “Se eu fosse comprador da empresa, também gostaria de adquiri-la sem problemas. Eu acho que a gente precisa dar um pouquinho de tempo (para a Enel)”, acrescenta.

Do repórter Rubens Salomão

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