Sagres A Caminho da Copa

Foto: Larissa Artiaga/ Portal 730
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O secretário de Segurança Pública do Estado de Goiás, Ricardo Balestreri, apresentou nesta manhã (08) um balanço em relação ao combate à criminalidade durante sua gestão frente a secretaria. Os números apresentados apontam queda nos crimes de homicídio, com redução de 11,12%; roubo a residência, 26,74%;  e roubo a comércio, que caiu 32, 61% em número de casos.

O secretário Ricardo Balestreri comemora  a queda no índice de violência, mas para ele isso não é suficiente para que a população se sinta segura.

“Tivemos uma redução muito expressiva de homicídios e de latrocínios, porque são os crimes hediondos, mais bárbaros. Mas, me chama também atenção, uma enorme redução no furto e roubo de veículos, é claro que a população ainda precisa de muito mais”.

Foi divulgada também uma pesquisa realizada em parceria com o Instituto Sou da Paz, a respeito do perfil e da origem das armas comercializadas em Goiás, em atividades criminosas. O secretário Ricardo Balestreri destaca a importância da pesquisa para a segurança pública, onde mais de seis mil armas foram analisadas.

“Goiás neste momento é o estado que tem a melhor pesquisa sobre o perfil das armas apreendidas. É fundamental para nós, para que tenhamos políticas públicas ciêntificas de combate a criminalidade. Descobrimos que a maior parte das armas são brasileiras e de curto calibre, desviadas de cidadãos comuns e de segurança privada, que circulam indevidamente. Enfim, outras armas que a pesquisa apresenta, que fazem que a gente tenha uma maneira mais ciêntifica de abordar isso, controlando cada vez mais as questões das armas e premiando a apreenção de armas”.

Ricardo Balestreri ressalta ainda que  a partir de investigação do serviço de inteligência chegou à conclusão da existência do crime organizado no estado de Goiás.

“Havia uma cultura generalizada em Goiás, de não querer ver o potencial do crime organizado. Eu pedi uma investigação detalhada da nossa agência central de inteligência e menos de um mês eu tinha um mapa detalhado, da presença e do fluxo do crime organizado dentro de Goiás, e tinha inclusive o histórico disso”.

De Jerônimo Junio