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“Várias empresas estão precisando de mais energia e a companhia não está tendo condição de colocar no chão de fábrica. Nós, do setor empresarial, não entramos no processo partidário e resolver o problema de CELG é fundamental”, ressaltou.
Paulo Afonso defendeu ainda uma “blindagem” da companhia e destacou que uma empresa Estatal com esta importância não pode ser utilizada politicamente e deve ser administrada de forma técnica.
“Temos que colocar na Estatal pessoas com alto conhecimento do segmento. A CELG é a maior empresa do Centro Oeste e precisamos de profissionais que entendam o segmento e isso é o que a gente faz em qualquer empresa”, completou.








