Túlio reforça importância da Copa do Brasil e pede atenção redobrada contra Sergipe (Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás EC)
Uma boa campanha na Copa do Brasil se tornou uma obrigação para o Goiás. Além das cifras milionárias por cada classificação, a diretoria esmeraldina vê na competição uma chance de começar a Série A em outo patamar, com maior respeito dos adversários. Por isso, contra o Sergipe, em jogo único nesta quarta-feira, em Aracaju, o grupo já ligou o sinal de alerta para não ser surpreendido.
“A gente teve oportunidade de acompanhar na semana passada resultados surpreendentes. Se a gente chegar com a cabeça voltada para outra competição, seremos surpreendidos. Temos de ter muita seriedade e dar o valor que a competição merece”, disse o gestor de futebol, Túlio Lustosa à Sagres 730.
Nesta primeira fase da Copa do Brasil, o Goiás receberá R$ 920 mil. Em caso de empate ou vitória, o clube vai embolsar mais R$ 990 mil e pegará o vencedor entre CBR e Brasiliense. Se avançar para a terceira fase, a arrecadação já pula para R$ 1,45 milhão, o que já representaria R$ 3,3 milhões nos cofres do clube. Se repetir o feito de 2018, quando caiu nas oitavas de final para o Grêmio, a premiação total será de R$ 7,7 milhões.
Na semana passada, Corinthians e Vasco sofreram para avançar à segunda fase e só conseguiram a classificação por terem a vantagem do empate. Já o CSA nem isso. De forma decepcionante, o time alagoano, atualmente na Série A, perdeu para o MIxto, da Série D, por 1 a 0 e deu adeus ao torneio.
“Fica a lição de Corinthians e Vasco. Tem também o CSA, que é o nosso exemplo. Eles ficaram de fora de uma competição que é muito importante. Tem muita repercussão, é um título que o Goiás não tem e os valores são muito bons também. Temos de ficar espertos com tudo que aconteceu na Copa do Brasil para não ser surpreendidos também”, disse o dirigente.
Para a partida contra o Sergipe, o Goiás conta com Michael. O jogador tem sido fundamental pela equipe, com cinco gols em seis jogos. Apesar dos números expressivos, Túlio descarta uma “Michael dependência” e aproveitou para elogiar o meia Léo Sena.
“Eu não acho que tenha dependência do Michael. O time no primeiro tempo poderia ter feito alguns gols contra o Iporá, mas não fez. No segundo tempo, veio o gol, em um lance que eu atribuo mais a genialidade do Léo Sena, o passe dele. Teve também a inteligência do Michael na movimentação, mas o passe do Léo Sena foi meio gol. Ele é diferente pela velocidade e todos os adversários estão preocupados. Mas o time está bem e ganhamos o Leandro Barcia , que também jogou bem”, completou.







