“Já estava negociando essa volta, a gente sabia que para o jogador, para sua família, não era interessante que ele ficasse fora do clube. Acho que foi muito importante essa volta para que a gente possa restabelecer a normalidade das coisas. O atleta para sair, tem que ser pela porta da frente e não da forma que ele saiu. A gente fica feliz por esse desfecho e agora é esperar os próximos passos”, ressaltou.
Sizenando revelou que se tentou uma negociação para o jogador deixar o clube e até mesmo uma ação trabalhista, todas tentativas sem sucesso pelos empresários do atleta. O conselheiro acredita que o jovem de 17 anos foi mal orientado por certas vezes, mas que agora tudo se caminha para a normalidade.
“A gente não ia fazer uma negociação com o atleta e com os empresários se ele não estivesse no clube, porque ele tem um contrato e os direitos presos ao clube. Essa volta demorou alguns dias, o atleta, as vezes mal orientado, entrou com uma ação trabalhista contra o clube, na qual ele não foi feliz. É um garoto jovem e as vezes achou que poderia se transferir para outro clube, mas as coisas tem seus trâmites legais”, explicou.









