Considerado o “homem forte” fora de campo do Goiás, o conselheiro Edmo Pinheiro liberou a emoção, em entrevista ao repórter Juliano Moreira, durante o quadro Papo de Fera, da Rádio 730 neste domingo (11). Ainda rouco, com a comemoração do acesso da equipe à Série A, ele agradeceu os torcedores, falou sobre o futuro e também criticou dirigentes do passado.
“É um momento histórico da vida do Goiás. O resgate da dignidade daqueles 40 mil torcedores que estiveram no Serra Dourada. O resgate dos grandes esmeraldinos, como Hailé Pinheiro, Melchior Luiz Duarte, Tão Segurado, Paulo Lopes, Roque Douglas e tantos outros, como o Seu Goiás, o Edmo, meu pai, a Tia Cléo”, enumerou Edminho, como é conhecido.
Ele definiu o clube esmeraldino, que retorna a elite depois de dois anos na B, como “uma entidade que o povo goiano torce”. “É um time que durante 30 anos representou o Estado com dignidade no Campeonato que é o principal de futebol do mundo”.
Edminho também se disse emocionado com o editorial veiculado pela Rádio 730 neste sábado, que homenageou, previamente, o alviverde pelo acesso. “Dizia muitas coisas importantes da história do clube”, avaliou.
Críticas
Ao rememorar a história do clube, Edminho também definiu Raimundo Queiroz, embora sem citar nome, como o pior dirigente da história do futebol goiano. “O clube passou por um momento em que ele foi agredido no seu patrimônio de maneira muita dura”, disparou. “Vai ficar para a história e ninguém mais vai conseguir fazer com o Goiás o que ele fez”, disse ainda.
Enderson Moreira
Edminho também se disse esperançoso quando à permanência do técnico Enderson Moreira no comando do esmeraldino, embora admita que o assédio ao treinador será grande. “Ele tem contato com o Goiás até o fim de 2013. Tenho certeza que, pela gente, ele vai cumprir o contrato todo. Por ele, também seria interessante a maturação da carreira”, acredita, mas, complementa.
“Pelo mundo do futebol, eu acho que vai ser muito difícil a permanência dele em 2014”.










