O cronista esportivo Manoel de Oliveira prestou depoimento na Delegacia Estadual de Investigações Criminais nesta segunda-feira (19), após o clube e o salão de festas em que ele é proprietário, terem sofrido três atentados. O pai de Valério Luiz, morto em junho deste ano, relatou que pediu ao Governo de Goiás, esquema de segurança especial. “Estou com a família toda em pânico”, afirmou.
Segundo o cronista, os suspeitos dos ataques podem ser frequentadores ou funcionários do clube. “Enquanto não provar, até mesmo todos que trabalham no clube são suspeitos”. Para Manoel de Oliveira, o último atentado pode ser um aviso para que ele pare de pedir mais resultado nas investigações sobre a morte do filho.









