O diretor de futebol do Atlético, Adson Batista, adotou cautela total para a semana que antecede a final do Campeonato Goiano entre Goiás e Atlético. Ao invés de viver o clima intensamente e tocar demais no assunto, o dirigente garante que vai deixar os jogadores tranquilos e voltou a tocar no ponto de que o grupo, só de chegar com chances de título, já é um grupo vitorioso.

“Eu não vou ficar jogando essa pressão em cima do grupo. Esse grupo, através do Waldemar, que é o comandante, fez um grande campeonato. De onde nós saímos, estar nessa final, com condição de sonhar, é um feito muito grande. Lógico que futebol não vive disse, vive de conquistas mesmo, e nós também não estamos pensando no nosso sofrimento lá atrás, nossa esperança é outra. Estamos em uma decisão e apesar do Goiás ser favorito, temos esperança de reverter”

Toda a cautela de Adson não é só com o elenco rubro-negro, mas também quando toca no assunto “arbitragem”, que tanto foi questionada do lado esmeraldino no primeiro por dois lances polêmicos não marcados por André Luiz Castro. O diretor de futebol do Atlético explicou que ficaria insatisfeito também se fosse com o Atlético, mas não viu intenção no lance. Para completar, diz que não é a hora de pressionar a arbitragem.

“O árbitro tem pouco tempo para tomar uma decisão e, logicamente, você precisa avaliar quando há a intenção. Em nenhum dos lances eu vi intenção. Se eu tivesse no lugar do Goiás e fosse com o Atlético, eu ia também reclamar, isso é normal, às vezes se criam essa situações. Não tem que ficar criando situação, transferindo uma pressão muito grande na próxima arbitragem”