A educação ambiental é uma das principais maneiras de promover o pensamento crítico dos cidadãos sobre o futuro do planeta. Quando incetivado desde a infância, esse cuidado se torna ainda mais transformador, principalmente ao partir do reconhecimento do bioma onde os alunos estão inseridos. c
Em Goiás, o Laboratório de Sensoriamente Remoto e Geoprocessamento (Lapig/UFG), tem desenvolvido um trabalho de valorização do Cerrado por meio de atividades em escolas públicas. Pra entender mais sobre essa iniciativa, o Ser Goiás na TV conversou com a professora Elaine Silva Barbosa, coordenadora do laboratório.
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Conhecimento científico e educação de base
O Lapig possui mais de três décadas de atuação e se dedica a trabalhar com informações geográficas: “Com dados espaciais que mostrem a paisagem e, principalmente, a transformação da paisagem”, explica a coordenadora do laboratório. A iniciativa tem ações que vão desde o mapeamento dos biomas até o monitoramento do desmatamento.
Um grande desafio assumido pelo laboratório é traduzir os dados e informações geradas obtidas, acessíveis para a linguagem escolar. Nas atividades, desenvolvidas em escolas da Goiânia, a educação ambiental e, em especial, a preservação do Cerrado são trabalhadas de forma interativa e lúdica, aproximando os estudantes de ferramentas como drones, imagens de satélite e sensoriamento remoto.
A tecnologia como aliada da educação ambiental
O uso de recursos visuais e tecnológicos é grande atrativo para as crianças e jovens. Segundo Elaine Silva, a possibilidade de se ver inserido no território, por meio das imagens e mapas interativos, permitem que o aluno se conecte cada vez mais com a educação ambiental e a preservação do bioma: “Falar de Cerrado e conseguir mostrar para o aluno que ali é a casa dele, é onde ele está inserido e o que tem nesse espaço, é bem empolgante









