O empate por 1 a 1 contra o Goianésia, no fim, beneficiou o Goiás, que agora só precisa empatar no jogo de volta, no sábado, às 16h, no Serra Dourada, para chegar à final do Goianão. E o empate no domingo passou muito pelas mãos do goleiro Renan, que fez boas defesas e impediu que o Azulão do Vale revertesse a vantagem. Eleito a Fera do Jogo na Rádio 730, Renan entende que o resultado ficou de bom tamanho.

“Levamos a decisão para casa, acho que era importante sair daqui mantendo essa vantagem de resultados iguais com um empate ou uma vitória pra nós. Não deu pra vitória, acho que o empate ficou bom. No fim de semana, espero que nosso torcedor compareça também, porque é um jogo importante para chegar ao título e pra gente seguir invicto e forte”

Só que, mais do que as defesas de Renan, o “destaque” da partida foi a arbitragem, assunto mais comentado ao fim do confronto. Mais do que o episódio do 4ª árbitro, Osimar Moreira, que foi atingido por uma garrafa d’agua e teria “simulado”, os dirigentes esmeraldinos não ficaram satisfeitos com o árbitro Bruno Rezende. Só que o goleiro Renan defendeu o árbitro e destacou que, assim como jogar no interior é difícil, apitar também é.

“É difícil apitar no interior, não é desculpa, assim como é difícil para jogar. É difícil para o árbitro apitar porque era um time experiente, como jogadores rodados, que sabem utilizar as dimensões do campo, sabem fazer a torcida participar do jogo. É complicado, não passou pela arbitragem o placar do jogo, tem que ver também o lado do juiz de apitar no interior”