A confusão envolvendo o deputado estadual Paulo César Martins e o presidente nacional da Juventude do PMDB, Pablo Rezende, na última quarta-feira (27), na sede do diretório estadual, foi o principal tema da entrevista concedida pelo deputado federal Daniel Vilela à Rádio 730 na manhã desta sexta-feira (29).

Daniel Vilela lamenta o ocorrido, mas pede que se investigue o caso integralmente. “É óbvio que nenhum de nós gostaríamos que esse fato tivesse acontecido. Fato lamentável, desagradável, ruim para o partido de uma forma geral. O partido tem que repreender. Apurar os fatos ocorridos. Pode ter acontecido excessos de ambas as partes. Talvez o momento de retirar as cópias não é adequado, sem a presença das pessoas responsáveis, mas também não é necessário o uso de arma para encerrar este episódio,” analisa.

Ouça a entrevista completa de Daniel Vilela

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Apesar do grande mal estar, Daniel entende que é possível pacificar os ânimos no partido e promover uma eleição para a Executiva Estadual pacífica no próximo dia 5 de fevereiro.

Candidato à presidência estadual do PMDB, Daniel Vilela diz que o a legenda precisa passar por uma reformulação a fim de gerar perspectivas positivas para o futuro do partido.

Entre as propostas do deputado federal estão a modernização na comunicação do partido, especialmente com o uso de tecnologias, e também, ampliar a atuação do PMDB no interior.

 

Goiânia

Para Daniel Vilela, Iris Rezende é o candidato natural do PMDB na Capital, pela competitividade dele e pelo apoio que tem dentro da legenda, mas lembra que ele precisa estar motivado para o pleito.

De olho nas eleições municipais de 2016, o deputado afirma que o governador é o maior cabo eleitoral do PMDB. “Ele prometeu o céu para os municípios goianos, mas tem entregado um pesadelo. Ele tenta criar uma agenda positiva, mas com o volume de informações que as pessoas têm hoje, as pessoas estão cada vez mais revoltadas discurso fantasioso que o governador Marconi Perillo faz,” explica.

 

Brasília

Daniel Vilela diz que não vê motivos para o Impeachment da presidente Dilma Rousseff. Segundo o parlamentar goiano, essa discussão deve ser técnica e não política.

Em relação ao presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Daniel entende que o melhor seria ele se afastar da presidência, mas cita que esta é uma decisão que cabe exclusivamente ao parlamentar carioca.