Foto: Douglas Monteiro/VNFC

O Vila Nova ainda não embalou na temporada 2019. Eliminado pelo Atlético nas semifinais do Campeonato Goiano e pelo Juventude, na quarta fase da Copa do Brasil, o Tigrão vê a Série B como a possibilidade de redenção no ano. No entanto, os resultados deixam a desejar após seis rodadas e as cobranças são grandes, aos jogadores, diretoria e ao treinador Eduardo Baptista.

Anunciado no dia 23 de fevereiro, Baptista dirigiu o Vila Nova em 19 partidas, com um aproveitamento de 36,84%. São quatro triunfos, nove empates e seis derrotas, com 18 gols marcados e 18 gols sofridos.

A campanha é a segunda pior de um treinador do Tigrão desde 2015. Só supera Rogério Mancini, que teve 22% após seis jogos (4 derrotas, uma vitória e um empate) em 2016.

Comparativo

Wladimir Araújo assumiu o Vila em outubro de 2014. Deixou a equipe no ano seguinte, após 13 jogos, com 41% de aproveitamento. Márcio Fernandes, que completou um ano no cargo e colecionou títulos da Divisão de Acesso e Série C 2015, teve 66% depois de 44 partidas. Leandro Niehues, o substituto, deixou o clube após quatro jogos em 13 dias, com 41% de aproveitamento.

Após Niehues, Mancini foi o escolhido. Depois, Guilherme Alves assumiu até o término de 2016, com 49% de aproveitamento em 29 duelos. A partir de 2017, menos treinadores dirigiram o clube. Com 45% dos pontos conquistados, Mazola Júnior deixou o clube após 20 confrontos e o vice-estadual. Hemerson Maria dirigiu o Vila por 95 jogos, com 53% de aproveitamento, concluíndo o ano de 2018. Na atual temporada, Umberto Louzer teve 62%, com quatro vitórias, três empates e uma derrota. Deixou o clube para assumir o Coritiba. 

Após seis rodadas, o Vila Nova está em 16º lugar com 6 pontos, um acima do Guarani, que abre a zona de rebaixamento, e cinco atrás da Ponte, quarta colocada. O próximo compromisso colorado é sábado, 16h30, fora de casa, contra o Criciúma. Depois, receberá o São Bento, em Goiânia, antes da parada do torneio devido a Copa América 2019.