Respeitoso. Assim pode ser definido o tratamento do técnico Marcelo Chamusca ao Vila Nova, adversário do Fortaleza a partir das 16h desse sábado. A partida, válida pela 11ª rodada da Série C, vai colocar a liderança da equipe cearense (23 pontos) a prova, diante do Tigrão, vice-líder do grupo A, com três pontos a menos.
O treinador do Leão cearense ressaltou que espera um confronto muito equilibrado. “Todos os jogos são muito difíceis, cada um com sua característica. O Vila Nova, jogando em casa, em um momento muito bom, é um clube com tradição, com história. São os dois times que estão na frente, brigando pela liderança. É um jogo altamente motivante para as duas equipes e a expectativa é de um jogo muito difícil”.
Com 48 anos, o comandante da equipe nordestina passou pelo futebol goiano no começo da atual temporada: dirigiu o Atlético no começo do Campeonato Goiano 2015. Até por conhecer bem o principal palco do futebol goianiense, destacou que o fato do gramado do Serra Dourada ter dimensões maiores do que os outros campos brasileiro não o preocupa. “O Vila está mais acostumado, mas isso é uma característica própria da competição. Em alguns jogos, você atua em campos estreitos, em outras partidas atua em campos maiores, como é o Serra Dourada. Não pode ser um fator preocupante ou agravante para nós. Temos de encarar os obstáculos como motivação para fazer um grande jogo”.
Chamusca não poupou elogios ao adversário desse sábado e estabeleceu uma comparação entre Vila Nova e Fortaleza. “Sabemos muito do Vila, já que é, assim como o Fortaleza, um time de muita visibilidade. Tem muitos jogos transmitidos, jogadores experientes, com muita qualidade, que vive um momento bom e que está com a torcida motivada. O Vila Nova é um clube bem parecido com o Fortaleza, é um time de massa, com história grandiosa”.
A equipe cearense terá quatro desfalques para o duelo contra o Tigrão: o goleiro Ricardo Berna, o lateral direito Tinga, o volante Corrêa e o meia Elias. Porém, Marcelo Chamusca preferiu valorizar os atletas que irão ganhar uma chance no time titular. “Tenho o perfil de não lamentar o atleta que sai. Buscamos orientar aqueles jogadores que vão entrar e ter a oportunidade”.










