Seguindo os exemplos dos rivais Goiás e Atlético, que planejam reforçar e ampliar seus estádios para terem casa própria no Brasileirão da Série B, o Vila Nova vai tocar uma obra de revitalização e ampliação do Onésio Brasileiro Alvarenga, o OBA, no setor universitário. O presidente Guto Veronez é quem fez a revelação. A decisão foi tomada para que o Tigre possa usar o OBA também em competições nacionais.
Animado com o projeto, o presidente do clube avisa que as obras começarão de forma imediata:
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“A reforma começa agora. Está na hora do Vila Nova usar a sua casa e adequá-la às competições que o time joga. Vamos pedir à CBF para reduzir a capacidade mínima da Série B para seis mil torcedores, o que, caso seja aprovado, não impede que a gente aumente o OBA para 10 mil a capacidade”.
Apesar de garantir que o estádio terá totais condições para abrigar os torcedores com conforto e segurança, ele avisa que não pretende fazer um estádio ultra-moderno:
“Não vai ser nada faraônico, não quero iludir nossa torcida. Vamos descer dois degraus das arquibancadas e chegar até o muro para aumentar a capacidade em três mil, tirar o alambrado e colocar “blindex” em volta do gramado e colocar túneis de acesso e válvulas de escape para os torcedores chegarem e saírem das arquibancadas”.
Com a ampliação das arquibancadas de 6.880 para 9.880 torcedores, a ideia do presidente Guto Veronez é alcançar os 10 mil de capacidade com a construção de camarotes próximos aos gols. Com isso, mais 300 lugares serão criados no complexo. A previsão é que as obras sejam concluídas e novo estádio seja entregue no dia 15 de maio, dias antes da abertura do Brasileirão Série B.







