Na tarde de domingo, Goiás e Atlético empataram em 2 x 2 em um grande clássico, recheado de reviravoltas, polêmicas e reclamações. O goleiro Márcio foi heroi e vilão da equipe rubro-negra. Primeiro, converteu um pênalti no último lance da primeira etapa. Depois, desperdiçou nova cobrança, no segundo tempo, parando na defesa do arqueiro esmeraldino Renan.

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Depois do confronto, o capitão atleticano elogiou o nível do confronto e acredita que, apesar de nenhuma equipe ter saído com os três pontos, os torcedores saíram contentes com o futebol apresentado pelas equipes.

“Poderíamos ter vencido. Tive a oportunidade de ampliar o marcador, deixar nosso time na frente e, provavelmente, a gente sairia com a vitória. Como o se não existe no futebol, o resultado de empate não foi ruim, porque foram dois tempos distintos. O Goiás melhor no primeiro tempo e o Atlético melhor no segundo. Resultado de 2 x 2 é uma prévia do que teremos pela frente, como eu falei anteriormente, de que seria um grande jogo, já que as duas equipes jogam para frente, buscando sempre o gol e não foi diferente. Acho que o torcedor saiu satisfeito com o que viu da partida, cada um com suas lamentações e nós jogadores com a sensação de que poderíamos ter um pouquinho mais, mas que isso vai acontecer nos próximos jogos”.

Sobre as reclamações do lado esmeraldino a respeito da arbitragem de Wilton Pereira Sampaio, Márcio ressaltou que, na sua visão, foi pênalti, mas lamentou ter desperdiçado a chance de marcar o seu segundo gol no jogo. “De onde eu estava, na minha avaliação como jogador de futebol, não como árbitro, foi pênalti. O Wilton apenas esperou para ver se a bola entrava. Como não entrou, foi pênalti. Não posso confirmar, mas de onde estava, acho que foi pênalti bem marcado e mal executado por mim”.

O arqueiro rubro-negro, no entanto, fez questão de valorizar a defesa de Renan, goleiro adversário. “Na verdade, estou lamentando porque perdi a cobrança, mas não posso esquecer de dar os méritos para o Renan, pois não foi uma cobrança ruim. Foi do jeito que eu treino, cobrando no chão, rasteiro, forte e o Renan foi muito bem também”.

O camisa 1 do Dragão também comentou sobre a participação tímida do atacante Júnior Viçosa, que atuou por pouco mais de 15 minutos no clássico, que marcou sua estreia em jogos oficiais na temporada 2016. “Está voltando, em processo de reintegração, participou de um jogo pela primeira vez no ano. Espera-se muito dele e tenho certeza que ele vai render muito ainda. Viçosa é muito importante para o grupo e logo estará totalmente recuperado para nos ajudar na sequência do campeonato”.