Durante visita ao Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (CRER) na manhã desta sexta-feira (10), onde vistoriou a nova área da unidade – que passou por uma expansão física, iniciada em 2008 – o governador Marconi Perillo afirmou que pretende seguir o modelo da unidade para todos os hospitais do Estado. Na avaliação dele, a gestão e o trabalho realizado no CRER são exemplos para todo o país.

“É a maior evidência de que é possível cuidar bem do dinheiro público e transformar recursos de impostos em serviços de alta qualidade. Estamos em um hospital de primeiro mundo e duvido que tenhamos no Brasil cinco hospitais melhores do que esse”, avaliou.

Com a expansão da área, o CRER contará com 32 novos consultórios, 20 leitos de UTI, oito salas cirúrgicas, 71 novos leitos de internação, novos ginásios de reabilitação e hidroterapia, laboratório de marcha e central de materiais e esterilização.

Burocracia

Marconi aproveitou ainda para questionar a “morosidade” para que as decisões no âmbito da saúde sejam tomadas, o que para ele, se deve a um processo muito burocrático.

O governador prometeu trabalhar para simplificar os processos administrativos, diminuindo os impactos para o cidadão.

“O Secretário Antônio Faleiros está extremamente assustado com a demora pra comprar medicamentos, por exemplo. Os procedimentos na rede pública demoram até 600 dias. O que desejamos é que, havendo a necessidade, os insumos sejam adquiridos imediatamente. O paciente às vezes não pode esperar mais do que um ou dois dias e como as coisas estão hoje, não é possível”, pontuou.

Crise no Ipasgo

A respeito da situação complicada do Instituto de Assistência dos Servidores do Estado de Goiás (Ipasgo), com o descredenciamento, sobretudo de pediatras, Marconi prometeu resolver o problema e, em seguida transferir a gestão para os servidores.

“Estamos nesse firme propósito. Ao longo do caminho, teremos algumas pessoas descontentes, mas o Ipasgo será consertado, as falhas corrigidas e ao término disso vamos entregar a gestão dele aos funcionários”.