Goiás passa por uma crise na educação, governo e professores não chegaram a um acordo em relação ao plano de carreira. Mesmo com a greve considerada ilegal, os professores de Goiás afirmam que a paralisação continua.
Em entrevista à Rádio 730, o secretário da Educação, Thiago Peixoto, afirma que não houve perdas para a categoria. “Não existe possibilidade de perda salarial”. Segundo ele, houve incorporação de titularidade ao vencimento base do professor. “Ninguém perdeu nada”.
“Falam muito em achatamento da carreira. Como uma carreira pode ter sido achatada sendo que a perspectiva de crescimento aumentou consideravelmente?”, questiona o secretário.
O secretario diz que existe o problema de entendimento e visão diferente entre governo e professores, “Mais do que uma dificuldade de entendimento, existem visões diferentes para educação do nosso estado”.
Peixoto volta a afirmar que se reuniu com o Sintego, “Só comigo, em audiências públicas foram 40. Além de encontros com técnicos da secretaria”. O secretário revela que hoje (06) tem uma reunião marcada com os representantes do Sintego.
Em relação à greve instalada, Thiago Peixoto alega: essa greve tem componentes políticos muito fortes. O mesmo explica que no ano passado (2011), o governo não possuía recursos para aumentar o salário dos professores e mesmo assim não houve paralisação. “O diálogo foi permanente, nós conguimos evitar qualquer movimentação de greve”.











