O prefeito Paulo Garcia confirmou o afastamento dele no relacionamento com ex-prefeito Iris Rezende, citado pelo peemedebista na última semana em entrevista exclusiva ao repórter Rubens Salomão, da Rádio 730.
Iris Rezende disse que Paulo Garcia afastou dele no momento que se aproximou do governador Marconi Perillo. O petista respondeu afirmando que a relação com o tucano é apenas administrativa e se disse magoado com a postura do ex-prefeito e aliado. “Quanto ao nosso possível distanciamento, é verdade. Nós estamos mais distantes. Muito por conta dos ataques que alguns membros do PMDB fazem a nossa administração. Com muito dor no coração. Eu nunca vi uma declaração do Iris desautorizando estes ataques,” afirma o prefeito.
Ouça a entrevista completa de Paulo Garcia:
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Paulo Garcia diz que sempre consultava Iris sobre os temas mais relevantes da administração dele. O petista também conta que o ex-prefeito sempre ligava para ele para defender seus pensamentos.
Dois pontos são citados nos bastidores como fundamentais para este afastamento. O primeiro é a homenagem a mãe do governador Marconi Perillo, que deu nome a uma unidade de saúde na região Noroeste. A outra é projeto de Lei da prefeitura que renova o contrato com a Saneago.
O prefeito disse que em relação a homenagem a mãe do governador é um absurdo discutir a situação. Sobre a Saneago, Paulo Garcia diz que o projeto é fruto de estudos feitos em conjunto entre técnicos da prefeitura e da empresa, inclusive coordenada pelo vice-prefeito, Agenor Mariano (PMDB).
Além de defender as questões técnicas do projeto de Lei, Paulo Garcia diz que a prefeitura de Goiânia tem uma função social na Saneago. Segundo ele, se a Capital contratar outra empresa para realizar o serviço isto quebraria a Saneago, e ainda, traria problemas para as cidades do interior, que ao longo da história contribuíaram com o crescimento de Goiânia.
Transferência de áreas públicas
O prefeito diz que as áreas não seriam vendidas, e sim, repassadas para o Instituto de Previdência da Prefeitura a fim de cobrir um déficit que existe no fundo. “Nós estamos passando o que é publico para um instituto que é público. Eu não estou passando para a iniciativa privada ou coisa parecida,” afirma.











