As atividades estão paralisadas até às oito da noite desta quinta-feira (25). Os agentes e escrivães da polícia civil desde as oito da manhã não estão registrando ocorrências, nem mesmo nos casos mais graves. Está sendo comum pessoas procurarem delegacias e não conseguirem registrar ocorrências.
Um caso foi vivido pelo empresário Darci Moreira. A filha dele de 16 anos estava com algumas amigas numa lanchonete no setor Bueno. Três homens chegaram armados no local e levaram diversos pertences das pessoas que estavam no estabelecimento. Os criminosos levaram até alianças de casamento de algumas vítimas. Várias pessoas procuraram a polícia e além de ter prejuízo não foi possível nem mesmo informar as autoridades do ocorrido.
Ouça a entrevista do empresário: {mp3}stories/2012/OUTUBRO/DARCI_1{/mp3}
O diretor jurídico do Sindicato dos Policiais Civis de Goiás (Sinpol), Rainel Mascarenhas, lamenta por este e outros fatos e pede a sua compreensão. “O cidadão tem razão de reclamar a greve prejudica e muito o cidadão infelizmente. Nós não temos outra alternativa que não seja a greve infelizmente também. Nós negociamos com esse governo durante um ano e seis meses é o tempo para duas gestações. Não nos deu resposta positiva, tivemos uma greve de 50 dias. O governo fez acordo conosco e simplesmente descumpriu o acordo como está sendo noticiado pela imprensa”, explicou.
Após a paralização será feita uma força tarefa para registrar e acompanhar casos considerados mais graves.
Com informações do repórter Samuel Straioto.









