O racha entre o Conselho Deliberativo e a Presidência Executiva do Vila Nova é cada vez mais evidente. Na última segunda-feira (27), os presidentes de ambas as partes tiveram discussões acaloradas. Na próxima quarta-feira (5) haverá uma reunião para definir o futuro administrativo do Tigrão.
Em sua primeira entrevista após o desentendimento da última semana, o presidente Marcos Martinêz disse como ficou a relação dele com o presidente do Conselho, Paulo Miguel Diniz. “A partir dessa última reunião ele virou inimigo,” declara.
Martinêz classificou Diniz como um homem extremamente vaidoso e que se chateia por não participar de tudo que acontece dentro do clube, inclusive questões que não lhes dizem respeito, como uma visita à Federação Goiana de Futebol, por exemplo.
Em relação ao superávit de mais de R$ 1 milhão nas contas do Vila Novas em 2012, o presidente atribuiu a dois problemas: caixas furados da gestão de Eduardo Barbosa, que administrou o clube nos quatro primeiros meses da temporada passada, e ao não lançamento de cupons fiscais, por estes não terem validade para a contabilidade do clube.
Nos bastidores do Onésio Brasileiro Alvarenga cogita-se que há um risco iminente de o presidente Marcos Martinês ser deposto do cargo nos próximos dias. Ele afirma que não teme que isto aconteça e justifica a razão. “Eu sempre tive a minha conduta aqui (no Vila Nova) correta e nunca prejudiquei o clube, aliás, eu sempre estive aqui para defendê-lo.
Em meio a todo este cenário conturbado, o Vila Nova estreia no Campeonato Brasileiro da Série C, no próximo domingo (2), contra o Barueri, no Estádio Serra Dourada.








