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“Nós temos que conseguir uma vitória contra a Ponte Preta de qualquer maneira. Acho que agora sim é caso de vida ou morte. Se a gente perder, fatalmente a gente vai ter muitas complicações”, declarou o jogador, em entrevista à repórter da RÁDIO 730, Gisele Pimenta, após a partida contra o Brasiliense.
Ele reforçou que o time tem mostrado volume de jogo, e criado chances de gol, mas a fase da equipe não tem ajudado. “A gente teve as oportunidades, mas infelizmente a fase não é das melhores. Eu mais do que ninguém sei que no futebol existe essas coisas. Tem época que a bola não quer entrar”, afirmou o atacante.
RESPONSABILIDADE
A má fase do time envolve principalmente fatores extra-campo, com problemas administrativos e financeiros. Apesar disso, Roni ressalta que a reabilitação será um resultado do trabalho nas partidas.
“A equipe, principalmente nós jogadores, e comissão técnica, sabemos que a responsabilidade é grande, e toda a reação vai depender de nós, principalmente aqueles que estão dentro de campo”, disse.
Ele não escondeu que o Vila precisa de ajuda, e a união das pessoas que se importam com o clube é essencial. “Aqueles conselheiros que acharem que querem estar junto com a gente, ótimo, quem não quer, que não atrapalhe”, frisou.
SACRIFÍCIO
Roni terminou a partida com dores no pé, mas, segundo ele, não será nada que o tire do confronto contra a Ponte Preta. Ele aproveitou o momento para reforçar o esforço que todos os jogadores vilanovenses precisam ter para tirar o time da situação incômoda.
“Nem que seja engessado, eu tenho que ir para o jogo. Não dá para, no momento que o Vila Nova está vivendo, deixar que uma dorzinha possa me tirar, ou tirar qualquer outro atleta do jogo”, declarou o atacante.
“Nós temos que estar todo mundo em combate, brigando por essa camisa, lutando por essa torcida, porque o Vila Nova não merece estar nessa situação”, reforçou.