(Foto: Divulgação Vila Nova FC)
Umberto Louzer ficou na corda bamba e só não caiu no Goianão, porque aceitou uma proposta do Coritiba.
Eduardo Baptista, um nome de respeito para Série B do Campeonato Brasileiro, sucumbiu e deixou o Onésio Brasileiro Alvarenga com 37% de aproveitamento.
Com o mesmo desempenho, Marcelo Cabo – dono de dois acessos com Atlético e CSA – também foi demitido.
Rafael Toledo assumiu o time para o jogo contra o São Bento. Foi derrotado e certamente será substituído.
Vem aí o quinto técnico no Vila Nova Futebol Clube em 2019.
É uma mostra que o time colorado é uma máquina de derrubar técnico, e não é pelo perfil do elenco ou o caráter dos jogadores.
Mas sim a qualidade apresentada na temporada. Falta em certos momentos… vontade. Situação observada por Rafael Toledo em entrevista à Rádio Sagres.
O time, mesmo com alguns atletas de qualidade (Alan Mineiro, Wesley Matos, Bruno Mezenga, Ramon, Jussani) não se mostra competitivo.
O torcedor vai jogando a toalha e quando olha para a tabela, o desespero é maior.
Sexta-Feira tem o Atlético, depois vem aí América Mineiro em Belo Horizonte, Bragantino e Sport fora, Coritiba no Serra Dourada… O Vila não venceu Criciúma e São bento – agora tem essas pedreiras pela frente.







