Vinicius Barrivieira, 27 anos, foi o personagem principal pelo lado do Vila Nova na programação da Rádio 730 que antecedeu o clássico do último sábado. O goleiro chegou ao estádio Onésio Brasileiro Alvarenga ainda no mês de janeiro vindo por empréstimo, até o final do ano, do Atlético-PR. Missão nada fácil: substituir o goleiro Júlio Cesar que fez um bom trabalho na temporada passada vestindo a camisa 1 do clube.
O atual jogador colorado estreou contra o Crac, diante do torcedor, na vitória por 2 a 0. Fechou o gol e ainda realizou duas boas defesas para deixar uma boa primeira impressão e deixar o torcedor mais seguro. Até o momento, foram seis jogos pelo Goianão e Vinicius já coleciona algumas defesas bonitas, como por exemplo, no clássico contra o Atlético, no chute de Robston. Bela intervenção quase no ângulo.
Além de falar um pouco sobre a infância na cidade natal paranaense Marechal Cândido Rondon, Vinicius também conta sobre o início da carreira, a experiência e as oportunidades oferecidas pela base do Atlético-PR, além de curiosidades sobre a passagem no Litex Lovech onde foi o goleiro menos vazado do campeonato búlgaro das temporadas 2010/2011.
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20 JOGADORES CONTRATADOS
Vejo muitas críticas quanto ao volume de contratações realizadas pela diretoria do Vila Nova neste início de temporada. Certamente poucos vão lembrar que apenas alguns atletas da base como o goleiro Toni, o zagueiro Thiago Irineu, os laterais Alan e Wanderson, os volantes Romário e Luis Marques e o atacante Breno permaneceram de um ano para outro. Os mesmos que criticam e condenam as contratações são os mesmos que no final do ano passado condenaram a diretoria por anunciar que, sem condições de investir, iria começar o ano só com os jogadores da base.
É fato que o histórico recente vilanovense não contribui em nada para que alguns “analistas” possam expandir um pouco o olhar. O presidente Marcos Martinez e demais diretores foram obrigados a montar uma nova equipe. O importante é cobrar sensatez para que haja continuidade mesmo que Martinez não seja o presidente executivo e que Paulo Diniz não seja presidente do Conselho. Pensar, planejar e agir.
Nesta semana foi anunciada a liberação de três jogadores: Ivan, Magnum e Juninho Paraíba. Embora tenha feito boas apresentações no ano de 2010, o lateral Ivan pouco fez em sete jogos como titular. Ele não pode reclamar que não houve paciência ou oportunidades – só saiu uma vez e isto ocorreu aos 43 minutos do segundo tempo no jogo contra a Aparecidense. E nesta passagem, não me lembro de nenhuma passagem pela direita ou algum cruzamento certo. Fico com um chute forte, cruzado, no jogo contra o Goianésia como lance de maior perigo ofensivo.
O meia Magnum não era cotado para ser titular. Com a lesão de Marco Aurélio, a camisa 10 caiu no colo. Soube aproveitar nos dois primeiros jogos. Foi bastante elogiado. Contra o Goianésia jogou bem, mas foi expulso e o futebol dele se perdeu com aquele cartão vermelho. Reclamou do torcedor, depois de cabeça fria pediu desculpas. Das contratações ele foi a decepção. A saída dele e de Juninho Paraíba vai muito além de aspectos técnicos. Todos no comando do clube querem um grupo comprometido, empenhado e inteiro. O recado foi dado àqueles que exageram no extra-campo.
A única preocupação é com o aspecto financeiro e as rescisões. De acordo com Mauro Morishita, houve um acordo e estes atletas vão receber apenas os dias trabalhados. Toparam a rescisão amigável. Esta não pode ser uma prática recorrente, mas muito necessária para readequar o grupo e os investimentos do clube.
Agradecendo a colaboração do Rogério Juliano pela foto.










