Foto: Sintego/Divulgação
Professores da rede estadual de Educação decidiram na tarde desta segunda-feira (1º) que entrarão em greve. A assembleia aconteceu em frente ao Palácio Pedro Ludovico Teixeira, no Centro de Goiânia, e foi organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Goiás (Sintego).
A assembleia já estava marcada desde a semana passada, e a greve terá início na quarta-feira (3), por tempo indeterminado. Os professores reivindicam o pagamento do salário de dezembro a toda a categoria, o que inclui o 13º aos que aniversariam no referido mês.
O governo estadual realizou o pagamento de 45% dos docentes que ainda não receberam o salário de dezembro, que foi feito na última sexta-feira (29), os ativos na faixa salarial de até R$ 4.450 e os aposentados até R$ 2.670 Uma nova assembleia foi convocada para segunda-feira (8).
Durante a assembleia dos professores, a secretária estadual de Educação, Fátima Gavioli, prestava esclarecimentos na Comissão de Educação, Cultura e Esporte da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego).
“Não é falta de querer, é de não ter disponibilidade financeira para resolver o mês de dezembro. Aos poucos, com a sua agonia, vamos resolver o que chega à secretaria. Até junho acredito que tudo esteja resolvido”, afirmou Fátima.
Durante a manifestação, a presidente do Sintego criticou o governo. “Quem parece que tá querendo greve é o Caiado, não é o Sintego”, afirmou.










