Irani destacou que é preciso combater a chamada ambulancioterapia e humanizar o atendimento. “Temos que evitar que os pacientes sejam transportados 300 ou 400 km dentro de uma ambulância, chegando desestabilizados no hospital de urgência”, ressaltou.
Neste sentido, Irani lembrou a construção dos hospitais regionais de Uruaçu, no norte goiano e de Santa Helena, no sudoeste, que estão próximos de iniciar funcionamento. “Planejamos hospitais em todas as cinco macrorregiões e unidades que tenham capacidade de atendimento”, sublinhou.
Em relação a gestão das unidades, Irani defende uma atuação tripartite. “Temos que ter financiamento federal, uma gestão estadual e municipal”, no qual o consórcio cai bem nesse modelo.
Desafios
Questionada sobre as dificuldades enfrentadas a frente da Secretaria, Irani sublinhou a burocracia como obstáculo a ser enfrentado.
“Já encaminhamos uma proposta que está no gabinete civil de um novo modelo de gestão a partir de metas. Lutei muito contra uma burocracia instaurada por lei no nosso Estado. Os processos andam devagar. Enxugamos muito o processo e evoluímos”, assegurou.
Outra grande dificuldade descrita por ela foi em relação aos Recursos Humanos. “Nosso primeiro pedido ao governador foi que fizéssemos um concurso público. Precisamos ter profissionais efetivos e capacitados. Só assim vamos ver a qualidade da assistência melhorar cada vez mais”.










