Ouça a entrevista na íntegra:
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“As informações que eu tive antes de vir pra cá foram sempre de que eu ia encontrar um estádio cheio, o que é bom, ajuda a nós jogadores, motiva muito para dentro de campo fazer o melhor”, disse o meia, em entrevista exclusiva ao repórter da RÁDIO 730, Vinícius Tôndolo. E realmente a diferença é grande para o que o jogador estava acostumado.
Para se ter uma ideia, a média de público do Atlético-GO no Brasileirão do ano passado foi de 7,8 mil pagantes por jogo. No América-MG, onde disputou a Série B de 2010, Weslley encontrou cerca de 2 mil torcedores por partida em que o coelho era mandante. O Santa Cruz obteve a melhor média de todos os clubes brasileiros, em todas as divisões, com mais de 30 mil pessoas por jogo no Arruda. Em 2011, a média é de 22 mil torcedores.
“É uma das melhores fases que eu já vivi na minha carreira. Você chega num time de massa, um time de torcida, a motivação é outra, então acho que é uma experiência nova pra mim, e eu estou a cada jogo, a cada situação, procurando me sobressair mais”, declarou Weslley, que tem dois gols com a camisa coral. Líder do pernambucão ao lado do Náutico, o meia acredita em um futuro melhor para o Santa em 2011.
“O Santa Cruz em 2011 se organizou, na parte administrativa primeiro, para depois ir para dentro de campo. Isso foi o fator mais importante. Trouxe um treinador que dispensa comentários”, disse o atleta, se referindo a Zé Teodoro. “A gente vem fazendo um bom trabalho, e agradando muita gente, então é isso é legal, então isso pra mim é legal, e eu estou gostando desse momento que eu estou vivendo aqui”, complementou.
Passagem pelo Atlético-GO
Do título da divisão de acesso em 2005, ao título goiano de 2010. Weslley esteve presente nos principais momentos da ascensão rubro-negra. E por este motivo o jogador garante que o time foi a principal marca de sua carreira. “A minha história no Atlético acho que todo mundo sabe. Foi uma história muito boa, procurei me doar ao máximo dentro dos objetivos do clube, tanto é que hoje o Atlético é um clube muito organizado, tem uma estrutura que poucos clubes tem”, comentou.
“Eu vivi toda essa ascensão do Atlético, desde o estadual, quando eu cheguei, na Série B do Campeonato Goiano, foram muitas conquistas, mas um título que ficou marcante foi o de Campeão Goiano de 2007”, enalteceu. Weslley ressaltou que deixou vários amigos no time rubro-negro, e que ainda tem contato com eles, mas não se arrependeu de ter procurado novos ares.
“Uma hora a gente tem que buscar novos espaços, então foi a hora certa de sair, e a gente deixa o clube numa situação boa, e a minha vida continua, e a do clube também”, disse. “O importante é deixar um clube em uma condição boa, como eu deixei, como outros que passaram por lá deixaram, isso é uma coisa boa para mim na minha carreira”, acrescentou o meia.
Futuro
Com 29 anos, Weslley acredita que ainda não conquistou tudo que queria no futebol. O jogador reforçou que ainda procura atingir várias metas que estipulou. “Ainda tenho muita coisa para alcançar, tenho objetivos ainda pessoais, tenho coisas ainda que vou conquistar, se Deus quiser, com muito trabalho”, disse. Atualmente, o foco está no Santa Cruz. “Ainda tenho muita coisa para alcançar, tenho objetivos ainda pessoais, tenho coisas ainda que vou conquistar, se Deus quiser, com muito trabalho”, concluiu.









