Com o empate no clássico, o lado vitorioso era verde e o presidente do clube, Hailé Pinheiro, era só sorrisos com a chegada da equipe na decisão. Só que a pancadaria generalizada no fim do jogo amargou um pouco a conquista esmeraldina. Em entrevista a RÁDIO 730, ao repórter Edson Júnior, o dirigente condenou a atitude dos envolvidos e pediu punição ao Vila, que iniciou toda a confusão.

“É uma pena que um jogo tão bonito, tão disputado, contra o Vila, um adversário sempre difícil, e acontece uma baderna dessas depois do jogo. Perder, perder e perder, faz parte do futebol, agora baderna é coisa de argentino, não é para a gente isso não. Eu acho que o mandante do jogo tem que ficar sem jogar um ano no estádio, no mínimo”, disparou.

Hailé acredita que o Goiás teve méritos na conquista e que passou por algumas adversidades durante os noventa minutos. Além da paralisação por causa das abelhas, que quebrou o ritmo de jogo, Hailé voltou a criticar a arbitragem, que marcou um pênalti para o Vila de forma questionável. Mesmo que de forma branda, Hailé ironizou os erros contra o Goiás.

“Marcamos o primeiro gol, depois vieram as abelhas, que mudou totalmente o quadro do jogo e o Goiás levou o empate em seguida. Aí mais um pênalti inexistente, onde o árbitro até titubeou em dar o pênalti. Precisa mais ajuda? Abelha, pênalti, o que falta agora? Só pedir ajuda aos universitários. Eu falo pro time: se marcar um gol, leva perigo do árbitro empatar o jogo, marca três que não empata”, afirmou.