A petista Marina Santana defende o financiamento público das campanhas e destaca que uma mudança relevante na estrutura política atual se dará a médio ou longo prazo. “Não tem jeito da gente querer que uma reforma política que altere a cultura brasileira e o quadro político da noite para o dia. Para fazer com que 52% da população, no caso, as mulheres,possam participar mais dentro dos parlamentos, é preciso lista partidária que seja proporcional”, argumenta.
Parta o Deputado Federal Rubens Otoni, também do PT, é preciso rever os papéis constitucionais das casas legislativas nessa reforma política, sobretudo, o do senado federal.
“O senado é uma casa de representação da federação. A Câmara é uma casa de representação do povo. Temos que dar a cada um o seu papel adequado. O senado é para discutir grandes questões, não é uma casa para ter iniciativa de lei, e esse seria um bom momento de adequação”.






