O ex-piloto e Presidente da Federação Goiana de Motociclismo Roberto Boettcher, afirmou que espera que o autódromo de Goiânia passe por uma reforma, desde que funcione e tenha vontade política.
“O motociclismo e automobilismo em Goiás são bons e deixaram de criar ídolos. O pessoal ia para o autódromo e sabia para quem torcer”, relembra.
O Presidente da Federação Goiana de Motociclismo declarou que já se deu muito valor ao autódromo de Goiânia, ao ponto de ser o cartão-postal da cidade, e que ainda hoje ele é considerado o segundo melhor do Brasil.
O diretor do autódromo de Goiânia, Américo Larozi, foi enfático ao dizer que o autódromo está na UTI.
“Não tenho feito outra coisa além de terminar o levantamento para ver que posição tomar com referência ao autódromo”.
Américo destacou que não entende por que o governo anterior retirou o autódromo da Agência de Esporte e Lazer (Agel) e levou para a Goiás Turismo.
“No dia que nós assumimos até o dia que recebemos a Fórmula Truck, nós já tiramos 80 caminhões de entulho de dentro do autódromo, para deixá-lo em melhores condições”, relata.
Autódromo está ativo
Roberto Boettcher garantiu que o autódromo de Goiânia não acabou.
“O autódromo está vivo, tanto é que tivemos a Fórmula Truck com 60 mil pessoas. Temos o campeonato estadual de motociclismo melhor do Brasil”, garante.
“Se querem fazer um autódromo novo, vamos planejar com o tempo. É só fazer 3.800 metros de asfalto, e todos os grandes eventos a nível nacional vão voltar para Goiás”.
O Presidente da Federação Goiana de Motociclismo afirmou que a única mídia que se tem hoje é apenas falando mal do autódromo, e garantiu que falta pouco para melhorar o local.
Américo Larozi disse que se fosse para reformar somente a pista, sem passar pela parte elétrica e estrutural, o autódromo continuará passando por dificuldades.
“A pista em si custa entre R$ 8,5 e 10 milhões. São 3.835 metros de asfalto apropriado para que se tenha corrida. É mais caro, mas de fácil instalação”, explica.
O diretor garantiu que o autódromo está vivo e pulsante, e que há condições de buscar a reforma para ter corrida de todas as categorias.
Roberto afirmou que o local em que o autódromo se encontra pode servir também como ponto multiuso, para se ter hotéis, restaurantes, praça para bicicross, kartódromo, e se tornar o centro esportivo do Estado de Goiás.
Ele destacou que o autódromo de Goiânia é o único do mundo a ser um autódromo de arena, em que onde a pessoa estiver, tem a chance de visualizar toda a pista, como uma das diferenças entre outros autódromos do mundo.
“Em matéria de Brasil, com 3.800 metros de asfalto, vamos ter o segundo melhor autódromo do Brasil, e só vamos perder para Interlagos. O autódromo está vivo”, completa.












