“O Estado passava dificuldades e tivemos que deixar de transferir o benefício. Agora, voltamos e os valores são os mesmos. Constatamos muitas irregularidades e denúncias de pessoas que levam vida confortável e já estamos bloqueando quem está em situação irregular. Assim, vamos abrir lacunas de vagas e vamos redistribuir para as cidades que mais precisam”, informou.
Henrique Arantes orientou as famílias que necessitam do Programa a procurar um supervisor de renda em seu município. Para ser contemplado, é preciso ter uma renda familiar de até um salário mínimo e meio.
Segundo o secretário, há uma discussão já iniciada com o governo federal para uma fusão entre o Renda Cidadã e o Bolsa Família. “Já tivemos reuniões em Brasília. O governo federal tem interesse e o estadual também. Estamos agora ajustando os moldes técnicos e legais para isso”.







