Antes do texto – Uma observação:
Coloquei anteriormente o título – Familiocracia esmeraldina.
Só que muitos entendem o texto como pejorativo e agressivo. Por isso decide pela mudança, até porque quem me conhece, sabe que não sou a favor do estilo.
Texto:
Não só a Família Pinheiro participou da construção, das glórias e tristezas na história do Goiás Esporte Clube.
Não podemos esquecer de outras importantes Famílias que também contribuíram ativamente para a consolidação do clube – Família Duarte, Barsi, Sebba…
Agora é a vez do sobrenome Bosco, ou Luz, como queiram.
O filho do presidente João Bosco Luz, João Vicente é a partir deste momento o reponsável por defender o clube no TJD-GO e também em processos no STJD no Rio de Janeiro.
Absurdo? Imoral? Cabide de emprego? Proteção?
Por enquanto nada disso.
Ele é competente para o cargo de advogado do Goiás?
Só o tempo vai trazer essa resposta.
O pai é competente no que faz. Foram várias vitórias nos julgamentos em que participou. Ganhou bem mais do que perdeu.
Por ser filho ele automaticamente não serve para a função?
Repito… Só o tempo vai trazer a resposta. Não posso fazer um julgamento precipitado, seria injusto.
Conversei com o Dr. João Bosco, e ele me relatou que foi contrário a decisão.
Em reunião com os vices – Sérgio Rassi e Adriano Oliveira – foi voto vencido.
Afirmou que o filho é mais competente que o pai, mas as cobranças, o desgate por ser filho do presidente serão maiores.
A comparação será inevitável e só o tempo vai trazer a resposta.
Entendo que “Familiocracia” não seja um termo comparativo (apesar da utilização sempre para o lado negativo).
Você pode trabalhar ao lado de irmãos, mãe, pai… Se todos forem competentes, que mal tem?
Não pode acontecer é a proteção, o tratamento diferente, você não pode passar a mão quanto os erros acontecem. A cobrança precisa ser a mesma.






