O experiente atacante Iarley não quer que o time do Goiás se acomode ao longo da disputa da Série B. “A gente tem que ter sempre esta mentalidade de brigar pelo topo. Competir sempre para ser o primeiro da competição, se a gente ficar querendo ser o quarto, o terceiro de repente pode escapar este acesso. Então, o importante é brigar pelo título mesmo”, destacou.

O time esmeraldino está na quinta colocação da competição e pode voltar ao G-4 na próxima rodada. Para Iarley a Série B ainda pode oferecer muitas dificuldades ao Goiás, principalmente porque times que ainda não estão bem na competição podem se recuperar.

“Ainda faltam muitos jogos, tem times que ainda estão se acertando. Eu considero que nós já estamos acertados há uns quatro jogos, então ainda tem time com muito poder que pode começar a ganhar e disparar”, comentou. “Estamos loucos para conquistar nossos pontos e ficar lá em cima porque se a gente vier a tropeçar, vamos continuar na briga e dá tempo de se recuperar”, completou.

Iarley espera a ajuda da torcida esmeraldina para que o Goiás consiga se manter entre os primeiros colocados. O jogador destacou que quando a torcida ajuda o time, raramente a equipe sai derrotada do Serra Dourada. “Sempre bati na tecla, quando o torcedor quer ele nos ajuda e é difícil nos vencer aqui dentro, é uma peça fundamental nas nossas vitórias em casa”, avaliou.

Braçadeira de capitão

Quando Iarley chegou ao Goiás, em 2011, logo pegou a braçadeira de capitão da equipe, mas a faixa passou para o zagueiro Rafael Tolói, com a saída do atleta, Amaral assumiu a função no time esmeraldino. Iarley disse que já exerce liderança no grupo e não precisa de braçadeira para continuar liderando. O jogador revelou que a decisão de passar a faixa para Tolói foi tomado após um pedido dele ao técnico Enderson Moreira.

“Era um jogador (Tolói) que ia ser vendido, não foi, então foi uma jogada para a gente levantar a moral dele, dar mais visibilidade a ele, este foi o meu pensamento. Eu sempre fui uma pessoa que nunca gostei da braçadeira, acho que não preciso tê-la para exercer liderança. Naturalmente eu já converso com os meninos, com o juiz, então foi uma conversa com o Enderson e a gente decidiu desta maneira”, revelou.