Os agentes e escrivães da Polícia Civil intensificaram o movimento grevista nesta quarta-feira (22) em todo o Estado com a redução dos serviços prestados. O objetivo é pressionar o governo estadual para uma negociação.
O secretário estadual de Segurança Pública, João Furtado Neto, deu uma resposta direta aos grevistas.
“Vou mandar cortar o ponto de todo o mundo. a greve é ilegal, não estão respeitando a decisão judicial, eu lamento muito e quem paga o pato é o povo de Goiás”.
O secretário afirma que o poder Judiciário autorizou o corte de pontos dos funcionários por parte do governo estadual. “Eu mandei procurar as categorias em greve, uma proposta foi levada a elas e eu espero que tenham o bom senso de responder”, completou.
João Furtado Neto ainda não acredita que a Polícia Militar possa iniciar um movimento de pressão ao governo e afirma que as manifestações de policiais militares tem caráter político e eleitoral.
“Os militares de Goiás são trabalhadores e respeitam a lei. A lei diz que militar não faz greve. apenas uma associação emergente está patrocinando esta ideia e ela está vinculada a uma campanha eleitoral. isso tem carimbo partidário”.







