O terceiro episódio da série Cidades Acessíveis mostra como a tecnologia pode ser uma aliada poderosa na criação de espaços mais acessíveis. Ferramentas como BIM, realidade aumentada e modelagem digital estão mudando a forma de projetar.

Participam do debate a arquiteta Vanessa Rocha, instrutora do Senac Goiás; a estudante Giovanna de Melo, da UEG; e arquiteta Camila Dias, trazendo diferentes perspectivas sobre inovação e inclusão.

Conselheira do CAU-GO, Camila Dias, avalia o uso das ferramentas tecnológicas.

Tecnologia como ferramenta social

A conversa revela que inovação não é um luxo, mas uma necessidade para garantir direitos. Vanessa Rocha explica como a modelagem digital permite antecipar problemas antes da obra. “Com BIM, é possível simular a experiência de diferentes usuários e corrigir falhas antes da construção”, destaca.

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Simulações que convencem e transformam

Para Giovanna de Melo, essas tecnologias também ajudam a convencer clientes da importância da acessibilidade. “Quando mostramos na tela como um cadeirante circula pelo espaço, não é mais uma questão teórica, é visual e concreta”, afirma.

Desafios de implementação

Apesar do potencial, ainda há resistência na adoção dessas ferramentas. Camila Dias alerta para a necessidade de formação contínua: “Não basta aprender a usar o software. É preciso usar a tecnologia para promover inclusão, e isso exige consciência social”, afirma.

O futuro da acessibilidade digital

O episódio também discute inteligência artificial e democratização das tecnologias. Como garantir que pequenos escritórios tenham acesso a essas ferramentas? Como evitar que a tecnologia crie novas barreiras? Perguntas que apontam para um futuro onde inovação e inclusão caminham juntas.

Este conteúdo está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), na Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas: ODS 9 – Indústria, Inovação e Infraestrutura.