O quinto episódio da série Cidades Acessíveis leva a discussão para arenas, ginásios e centros esportivos. Espaços que deveriam ser de todos ainda apresentam barreiras para pessoas com deficiência.
O programa conta com a participação do ex-paratleta e engenheiro civil, Augusto Cardoso Fernandes e do atleta paralímpico Gabriel Ferreira, que compartilham experiências e mostram o quanto o esporte pode ser uma ferramenta de inclusão.
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Por que os espaços esportivos ainda excluem
Mesmo com leis e normas, ginásios e estádios ainda têm falhas estruturais graves. Para Augusto Fernandes, isso revela falta de planejamento. “Adaptar depois é mais caro e ineficiente. É preciso planejar para todos desde o início”, reforça.
A realidade de quem compete
Na visão de Gabriel Ferreira, barreiras nos locais de treino e competição afetam desempenho e motivação. “Não é só sobre esporte. É sobre dignidade. Um vestiário inacessível tira autonomia e confiança do atleta”, desabafa.
Exemplos que mostram que é possível
Apesar dos desafios, há experiências positivas que provam que a inclusão é viável quando existe vontade política e participação social. “Quando ouvimos as pessoas que usam os espaços, encontramos soluções simples e eficazes”, completa Fernandes.
Este conteúdo está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), na Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas: ODS 3 – Saúde e Bem-Estar.







