O rebaixamento para a Divisão de Acesso pode não ter causado a ira imediata da torcida colorada, mas os primeiros protestos surgiram na manhã desta segunda-feira. Os muros do Onésio Brasileiro Alvarenga, sede do clube, amanheceram pichados com várias frases de protesto contra a diretoria e até contra jogadores, como o zagueiro Vitor Pio.
Entre os dizeres expostos nos muros do OBA, o principal alvo era o diretor de futebol do clube, Newton Ferreira, que sequer esteve no Aníbal Batista de Toledo e não apareceu após o rebaixamento consumado. Nas pichações, frases como “Fora Newtin”, “Ladrão” e “Newtin Moxé” foram as que mais se destacaram, além da ameaça de que “o terror vai começar”.
A diretoria colorada ficou temerosa com a reação imediata da torcida, tanto que logo após o jogo, pediu um reforço policial para a sede do clube. No momento da chegada do ônibus do clube, que levava alguns jogadores, chegaram no OBA, eram mais de 12 viaturas da Polícia Militar fazendo a segurança do local, só que nenhum ato foi realizado. Apenas um grupo pequeno de torcedores estiveram presentes, mas se mantiveram distantes.
Além das pichações citando o nome de Newton Ferreira, outros também foram citados, como o gerente de futebol, Lúcio Antônio Rodrigues, e o zagueiro Vitor, chamado de “baladeiro”. A diretoria ainda não sabe que atitude irá tomar e nem destacou quando irá se pronunciar sobre o rebaixamento, já que após a partida contra a Aparecidense, apenas Joás Abrantes deu declarações. O ex-gerente de futebol do Vila, Francisco Elísio, foi procurado e pode substituir os dirigentes atuais, mas nada foi confirmado.







