A Prefeitura de Goiânia não conseguiu cumprir a meta estabelecida em 2013 com Ministério Público de reformar ou ampliar 55 unidades municipais de saúde até dezembro deste ano. A Secretaria Municipal de Saúde liderou pequenas reformas em todas as unidades, e teve prazo ampliado para maiores intervenções. O limite agora é até o final de 2016.
Para cumprir o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), a decisão a Prefeitura é de terceirizar os trabalhos em 66, das 133 unidades municipais. O custo previsto é de R$ 18 milhões.
Em entrevista exclusiva à Rádio 730, o secretário Fernando Machado explica porque a alteração foi necessária. “Todas as unidades passaram por adaptações e reformas. Foram reformas pequenas e pontuais para cobrir pontos emergenciais. Algumas poucas unidades sofreram grandes reformas, reformas estruturantes de adaptação, como Novo Horizonte, a Vila Redenção e o Urias Magalhães”.
O secretário detalha que a contratação de empresa para a reforma das unidades não se trata de transferência da gestão, como acontece nos grandes hospitais estaduais. “Na verdade é uma licitação para contratar uma empresa que vai fazer as obras, como se fosse uma licitação para fazer uma obra nova, por exemplo. É muito comum no setor público. É feito pelo Estado, pelo município, pela União. E a contratação de uma empresa de obras e não é uma terceirização da gestão da unidade de forma alguma”.
A intenção da Prefeitura de Goiânia é finalizar as reformas previstas no acordo com o Ministério Público até o fim de 2016.
*Com informações de Rubens Salomão











