O polivalente Marcus Winícius comemora o fato de defender novamente a camisa do Dragão em 2016. Volante de ofício, o atleta chegou a ser escalado pelo ex-técnico Gilberto Pereira para atuar também como zagueiro. Agora, sob o comando de Wagner Lopes, está à disposição e espera colher melhores frutos que os de 2015.

“Abre um leque bom pro clube, até economiza em uma peça, sabendo que tem um atleta que pode fazer duas posições. Então me sinto feliz assim de ter ajudado o Atlético em outra posição até então nunca tinha jogado. Espero que essa temporada também seja positiva e onde eu for escolhido para jogar procurar manter a mesma performance”, afirma.

Em 2015, o Dragão não teve o seu melhor desempenho. O time ficou fora das semifinais do Goianão e terminou a Série B na parte de baixo da tabela, na 14ª posição. Ao longo da competição nacional, chegou a ter possibilidades de entrar no G-4 e ficou 10 rodadas sem perder, mas brigou para não cair nas partidas finais. O atleta relembra o que pode ter determinado o sobe e desce do time goiano no ano passado.

“Eu acho que a gente foi muito irregular, nossa equipe foi muito inconstante. E por isso que a gente chegou no final da temporada, sem nenhum êxito conquistado, e até correndo um certo risco no jogo contra o Oeste. Se você analisar, três rodadas antes a gente estava jogando contra um Santa Cruz, e se a gente ganhasse entrava de vez na briga”, analisa.

O volante é remanescente do elenco da temporada passada, que tem nomes como o atacante Júnior Viçosa, o meia Jorginho, os zagueiros Lino e Marllon e o companheiro de posição Pedro Bambu, além do goleiro e capitão Márcio, este último desde 2007. Marcus Winícius acredita que o que o manteve no clube foi o seu futebol, e espera corresponder em 2016 para se possível permanecer no rubro-negro.

“Eu trabalho bastante pra isso, é um clube de tradição aqui dentro do estado, tem camisa, tem peso. Eu sei que hoje estou aqui por performance minha, mas para eu dar continuidade eu sei que tanto eu como meus companheiros têm que dar um algo a mais, e esse algo mais eu não fujo da responsabilidade, é título, é conquista”, conclui.