Com o objetivo de intensificar o combate ao mosquito Aedes Aegypti, mais de 200 mil militares das Forças Armadas vão auxiliar agentes comunitários de saúde e de combate à endemias nas visitas a imóveis em todo o país na tentativa de eliminar os focos em residências e estabelecimentos comerciais.

O governo federal instalou a Sala Nacional de Coordenação e Controle do Aedes Aegypti e para o enfrentamento à microcefalia para gerenciar o monitorar a intensificação das ações de mobilização e combate ao mosquito em todo o Brasil.

A repórter Priscylla Borges, da Rádio 730, participou do programa da TV NBR, coordenado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. O entrevistado foi o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, general Adriano Pereira Júnior. Ele ressaltou a integração dos sistemas municipais, estaduais e federal. “A sala de coordenação nacional foi pensada para trabalhar em conjunto com as salas estaduais e dos municípios maiores. É no município onde tudo acontece, ou melhor é na casa de cada um. A sala integra diversos órgãos e o esforço deve ser feito por todos os órgãos das três esferas do governo. Nós temos que usar todo o contingente possível para auxiliar neste combate,” afirma.

A reportagem 730 questionou o secretário nacional de Defesa Civil a respeito do programa Goiás contra o Aedes realizado pelo governo estadual. Adriano elogiou a atuação dos agentes no Estado. “Goiás está realizando um belo trabalho dentro daquilo que nós estabelecemos,” afirma.

De acordo com o secretário, são mais de 300 mil pessoas envolvidas neste momento com o combate ao mosquito.

O índice de infestação do mosquito Aedes Aegypti em Goiás foi de 4%, em janeiro. O Ministério da Saúde preconiza índice menor de 1%.