O Atlético-GO tem um espião no elenco. Washington defendeu o Palmeiras por quase três anos, agora joga pelo Rubro-negro e disse que deu conselhos aos colegas que atuarão no Palestra Itália hoje (29), pela Copa do Brasil.

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“Posso ajudar, né? Conheço alguns jogadores e também o treinador, Antônio Carlos… Tive um ano com ele. A gente conversou no decorrer da semana com o professor Geninho e passamos algumas informações”, revelou Washington, em entrevista ao repórter da Rádio 730, Rafael Besa.

Questionado sobre como poderia ajudar o Atlético-GO – já que foi vetado pelo Palmeiras, clube que detém seus direitos federativos – ele disse que o ideal é explorar a falta de paciência da torcida, que seria bastante exigente.

“É como eu falei para os amigos. Está carente por títulos [a torcida]. Então, quando as coisas não acontecem muito bem, viram para o lado contrário”, disse o atacante do Atlético-GO.

“QUERIA JOGAR”

Proibido de jogar devido cláusulas contratuais – o Palmeiras paga parte do salário do jogador -, para Washington, com a saída de Juninho, que está contundido, essa é uma boa oportunidade que está perdendo.

“Talvez eu pudesse ter uma participação um pouco maior. Mas são coisas normais, que acontecem. Vim emprestado. O Palmeiras arca com alguns custos ainda… Tentamos uma conversa, mas, infelizmente, não deu”, desconversou Washington.

VITÓRIA RUBRO-NEGRA

Questionado, Washington ainda lembrou de quando vestia a camisa de outro rubro-negro, o Sport Recife. Também treinado por Geninho na oportunidade, o jogador lembrou que, atuando em Palestra Itália, conseguiu ganhar. Na ocasião, segundo ele, a torcida se rebelou e os ajudou. “E a gente espera que aconteça isso novamente”, brincou.