Após divulgação da primeira pesquisa 730/Grupom para as eleições municipais de 2016 para prefeito de Goiânia, o candidato do PSOL, Flávio Sofiati comentou o resultado da análise. Segundo ele, a avaliação da pesquisa foi positiva.
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Estimulada
Na análise estimulada, Sofiati aparece na terceira posição, empatado com o candidato Francisco Junior (PSD), com 1,2% das intenções de voto. Para o candidato do PSOL, a perspectiva com os números é de crescimento.
“Se a gente colocar no histórico das pesquisas que tem sido feitas na cidade tem mostrado que eu estou crescendo nas intenções de voto. À medida em que eu sou conhecido, e na medida que nós apresentamos as propostas para a cidade, a gente tem crescido nas intenções de voto. E nesta pesquisa realizada pela 730, eu já ultrapassei Djalma Araújo e Francisco Júnior. Então, eu estou muito satisfeito com este processo”, ressalta.
Espontânea
Na pesquisa espontânea, Sofiati aparece com 0,6% das intenções de votos, também à frente de Francisco Jr., com 0,2%. Djalma Araújo (Rede) não foi citado pelos eleitores entrevistados nesta etapa da análise.
“Eu também apareço na frente destes dois candidatos. Então, a gente tem que seguir falando a verdade e mostrando que o próximo prefeito precisa enfrentar os grandes interesses”, afirma.
Estratificada
O também professor Flávio Sofiati avalia como positivo o resultado da pesquisa estratificada. A maioria dos números referentes às intenções de voto para o candidato do PSOL, nos quais 3% são representados por estudantes de Ensino Superior, contra 0,6% de alunos do Fundamental.
“Eu venho da universidade, e durante e pré-campanha, nós trabalhamos muito com ideias nas redes sociais. Talvez isto, neste início de campanha, tem chamado mais atenção do pessoal de nível superior”, avalia.
Rejeição
Na análise em que os eleitores são perguntados sobre em que m não votariam, Sofiati lidera a lista com 40% de rejeição. Na opinião do candidato, parte da reprovação se deve ao momento político vivido no país e pelo fato de ele não ocupar cargos na política.
“Eu lidero, mas não estou distante dos outros candidatos. Isto tem a ver com duas coisas. A primeira é a condição da política no Brasil. Muita gente está insatisfeita com o que é a política. Eu tento deixar que eu sou um cidadão comum, o único entre os disputantes que não tem ou teve cargo político. A segunda é que eu defendo alguns temas polêmicos para a sociedade, e que pra mim são importantes porque tem a ver com a defesa da vida. Na medida que a gente for deixando mais explicito o nosso posicionamento, eu acredito que vai estar diminuindo a nossa rejeição”, pondera.
Temas polêmicos
O candidato do PSOL acrescentou que, caso seja eleito prefeito de Goiânia, não pretende tratar o caso dos usuários de drogas na capital com ostensividade, mas sim no âmbito da saúde pública, afirmou ser contra o programa “Escola Sem Partido”, que restringe a liberdade de cátedra e prevê a criação de canais de denúncia e a instalação de cartazes nas escolas para impedir que professores expressem opiniões políticas e religiosas em sala de aula.
“Nós queremos tratar o tema das drogas, não como política de polícia, mas como política de saúde. Nós também defendemos a diversidade de perspectivas de e educação nas escolas. Nós somos contra, por exemplo, o escola sem partido”, conclui.
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