A Secretaria de Planejamento Urbano e Habitação (Seplanh) de Goiânia é uma das pastas da administração que continua sob o comando de um titular interino. Michel Magul assume as funções no órgão enquanto um nome ainda está sendo escolhido. E esse anúncio pode demorar a acontecer. Em entrevista à Sagres, o prefeito Rogério Cruz afirmou que a decisão será feita em breve. “Considero breve 30 ou até 60 dias”, disse.
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“Já temos alguns nomes e estamos conversando. Muito em breve teremos essa definição. (…) Breve pra mim pode chegar a 30 ou 60 dias. Eu quero fazer um trabalho pra 4 anos. Quando você vai comprar uma casa você quer durabilidade. Eu quero fazer um trabalho para 4 anos. E todos os secretários que ainda estão como interinos são pessoas muito responsáveis para continuar o trabalho”, argumentou.
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Isso não quer dizer que o projeto do Plano Diretor vá ficar parado por mais 60 dias, reforçou o prefeito. “Independente disso, as pessoas que estão lá na secretaria estão dando conta do recado. E são pessoas capazes. Tem seus compromissos. A Seplanh não está parada”, ressaltou Rogério Cruz.
Nos bastidores, um grupo quer nomear um secretário que quer dar sequência às discussões sobre o Plano Diretor e do outro um grupo que quer iniciar do zero. Um grupo de parlamentares assinaram uma carta ao prefeito apoiando o nome do vereador Henrique Alves (MDB), que é advogado e atuou na pasta durante a gestão de Iris Rezende.
Rogério Cruz afirmou que a escolha será por um nome competente e capacitado para assumir tal função. “Qualquer gestor que chegar tem que ter no mínimo conhecimento na área. Estamos trabalhando para que essa pessoa assuma a secretaria, que é ampla e tem grandes responsabilidades. Quem assumir terá que trabalhar dentro do nosso plano de governo”, disse ao complementar que o Plano Diretor não será refeito. “O plano já existe. Uma comissão está fazendo os ajustes. Ele foi retirado da câmara com apoio do Ministério Público por causa das inúmeras emendas. Hoje, ele está passando por ajustes para só depois ser envido à Câmara”, pontuou.






