A indústria cinematográfica brasileira conquista mais um espaço de prestígio no cenário internacional com o filme Ainda Estou Aqui, que concorre ao Oscar 2025 em três categorias. Além do reconhecimento global, a produção tem uma forte ligação com Goiás, contando com o trabalho de profissionais goianas na direção de arte e na ambientação do longa.

O Pauta 1 desta terça-feira (25), às 15h, traz um debate sobre a representatividade do filme, o seu impacto na indústria audiovisual e a sua importância histórica. O programa recebe a produtora de arte Michelle Carneiro para falar sobre os bastidores da produção e a participação de profissionais goianos no projeto.

No segundo bloco, Thais Oliveira, coordenadora do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estadual de Goiás (UEG), analisa o impacto do longa no cinema nacional e as suas chances na premiação. Já no terceiro bloco, Sandra Rodart, coordenadora do curso de História da Universidade Estadual de Goiás (UEG), aborda o contexto da Ditadura Militar retratado no filme e como o cinema ajuda a manter viva a memória desse período.

Assista ao programa

O Pauta 1 vai ao ar ao vivo, às 15h, na Sagres TV e no YouTube da Sagres, com reprise às 20h. Durante a transmissão, o público pode interagir enviando perguntas e comentários sobre o tema.

Goiás no Oscar: como o estado contribuiu para a produção do filme

No primeiro bloco, o programa detalha a participação de profissionais goianas na produção de Ainda Estou Aqui. A produção de arte contou com o trabalho de Michelle Carneiro, Ana Simiema e Wilma Morais, que ajudaram a compor a identidade visual do filme. Elementos do acervo goiano foram utilizados para construir a ambientação e enriquecer a narrativa. Mas qual foi exatamente essa contribuição? Como o cinema goiano pode crescer com essa visibilidade?

O impacto do filme no cinema nacional e internacional

Além do reconhecimento artístico, a indicação de Ainda Estou Aqui ao Oscar reforça a força do cinema brasileiro no cenário global. No segundo bloco, Thais Oliveira, coordenadora do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estadual de Goiás (UEG), analisa o impacto do filme na indústria cinematográfica nacional e discute como essa visibilidade pode abrir portas para novas produções brasileiras em premiações internacionais.

A Ditadura Militar no cinema e a importância do resgate histórico

O terceiro bloco do programa se aprofunda no contexto histórico abordado no filme. Com a participação de Sandra Rodart, coordenadora do curso de História da Universidade Estadual de Goiás (UEG), o debate gira em torno da representação da Ditadura Militar no cinema e do papel do audiovisual na preservação da memória histórica do país. Como o cinema pode ajudar a manter viva essa discussão? E quais os desafios para retratar temas políticos sensíveis na cultura brasileira?

Este conteúdo está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), na Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). ODS 4 – Educação de Qualidade; ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis; e ODS 16 – Paz, Justiça e Instituições Eficazes.

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