O clássico entre Atlético-GO e Goiás realizado no último sábado (26), o primeiro da grande final do Campeonato Goiano, ainda não acabou. Pelo menos fora das quatro linhas. Os lances polêmicos da partida seguiram como pauta no final de semana e também nesta segunda-feira (28), principalmente nas reclamações dos dirigentes.

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Depois do presidente executivo do Goiás, Paulo Rogério Pinheiro, do vice-presidente do Conselho Deliberativo, Edminho Pinheiro e do presidente do Atlético Goianiense, Adson Batista, protestaram contra algumas decisões do árbitro Eduardo Tomaz, outro membro da diretoria rubro-negra se manifestou sobre a atuação da arbitragem.

Através de seu perfil no Twitter, Valdivino de Oliveira, vice-presidente do Dragão, disse que o dono do apito no Antônio Accioly “atrapalhou o jogo picotando-o”.

Ele completou afirmando que o “Goiás está fazendo teatro e vai pressionar a Federação Goiana de Futebol para escalar um árbitro da preferência deles”. Na análise de Valdivino, a entidade deveria trazer um trio com escudo da FIFA de São Paulo ou do Rio Grande do Sul para comandar o jogo da volta no Estádio Hailé Pinheiro.

Para o dirigente atleticano o pedido para ter um árbitro de fora do estado não abrange Sávio Pereira Sampaio, árbitro FIFA do Distrito Federal, que apitou dois dos quatro clássicos contra o Vila Nova e também foi alvo de críticas.

A partida decisiva entre Atlético-GO e Goiás será realizada no próximo sábado (2) com mando do Goiás e apenas torcedores esmeraldinos. Com a vitória de 1 a 0 no jogo de ida, o time rubro-negro precisa de um empate para ficar com o troféu.