“No Botafogo, com o professor Fernando Diniz, eu joguei como líbero e ele gostava que eu entrasse mais para o jogo. Acontecia isso, de colocar como zagueiro-volante, mas sou zagueiro, prefiro ficar defendendo. Três zagueiros era o normal, mas no Botafogo também teve bastante variação, na Ponte Preta também, então independente de três ou dois, a gente se enquadra no padrão da equipe”, destacou.
Augusto garantiu estar pronto para o desafio da Série B. O zagueiro revelou que não teve chances no Goiás por problemas com o ex-técnico Emerson Leão e explicou que a negociação com o Vila foi do dia para a noite. Acostumado a pressão, Augusto garantiu que tem consciência das cobranças por parte da torcida e espera agradar ao torcedor colorado.
“Sei como é isso, a torcida da Ponte era muito exigente, cobrava bastante e já estou esperando isso aqui no Vila também. A torcida pode fazer o papel dela na arquibancada, cobrando mesmo e a gente está preparado para isso. Esperamos fazer um trabalho com muita dedicação para conseguir subir o Vila”, ressaltou.







