“Foi um jogo disputado, teve momentos em que o Vila foi melhor, teve momentos em que o Goiás foi melhor, eles souberam aproveitar a oportunidade, o Vila não aproveitou, e no segundo tempo o Vila acabou sendo menos ofensivo e permitiu que o Goiás atacasse mais”, disse Barros, em entrevista ao repórter da Rádio 730, Fernando Vasconcelos.
Segundo ele, a mudança no panorama do jogo na segunda etapa foi mais por conta da alteração promovida por Artur Neto do que um “apagão” do Vila Nova. “Talvez mudança do próprio Goiás, saída do Marcelo Costa para a entrada do Robert, talvez mudou o esquema, e eles acabara dominando mais o meio-de-campo, e isso facilitou para que o Goiás ficasse mais ofensivo”, comentou.
Outro motivo que o dirigente alvirrubro acredita ter influenciado na queda de rendimento do tigre na segunda etapa foi a saída de Jorge Henrique, que precisou ser substituído. “Prejudicou bastante, porque o Vila atacou bastante por ali. Mas a gente entende, o Toloi entra sempre muito duro, e a gente perdeu um jogador importante por contusão, mas isso faz parte do jogo”, disse. “Agora é trabalhar com muito afinco pra gente poder virar esse placar”, ressaltou.
Público
Diante de pouco mais de 13 mil pessoas, Carlos Alberto Barros reconheceu que a presença dos torcedores foi bastante aquém do esperado para o maior clássico do Centro-Oeste. Entretanto, o presidente do Conselho Deliberativo acredita que tem muitos motivos que afastam o torcedor do estádio.
“Primeiro porque tem televisão, televisão tira muito público, e segundo porque nós estamos em uma partida de semifinal, mas tem muita gente viajando por causa do feriado” disse. Para o jogo de volta, Barros espera um público pelo menos superior a 20 mil torcedores.







