Durante o evento, ele ressaltou que alguns recursos relacionados a perícia ainda não são aplicados em massa no Brasil, na maioria das vezes, apenas em casos de maior repercursão.
“O caso Isabella é um divisor de águas para mostrar que há necessidade de investimento em tecnologia. Nós precisamos avançar. Não podemos ficar nos anos 60, dependendo do depoimento de uma testemunha que viu pouco e essa discussão leva à impunidade”, avaliou.
“É um caso emblemático que acabou comovendo o Brasil todo e procurei atuar com equilíbrio. Antes de ser promotor eu também sou cidadão”, complementou.
O assunto foi discutido durante o primeiro curso de formação para ingresso na carreira do Ministério Público goiano. Segundo a diretora da escola superior do ministério público, promotora Alice de Almeida Freire, o objetivo é demonstrar aos novos promotores, a importância que eles têm e a capacidade de intervir nas questões relacionadas as políticas públicas.






