Patricia Amorim fez questão de frisar, em discurso, de que a construção do novo CT não é uma realização de sua gestão, mas do clube como um todo.
“Tudo começou lá atrás. Se não tivéssemos esse terreno, não teríamos como fazer o centro de treinamento. Hoje, os terrenos perto dos grandes centros estão todos com as grandes empreiteiras e imobiliárias. Temos que valorizar muito isso”, disse a dirigente se referindo ao ex-presidente George Helal, que comprou o terreno em 1984.
Vanderlei Luxemburgo esteve presente foi um grande incentivador da construção do CT definitivo do Flamengo. E como técnico tem o conhecimento do espaço, e ressaltou a necessidade do Flamengo ter um CT excelente. Não só para os profissionais, mas para os meninos que se formam jogadores e homens.
“E isso só aconteceu porque o Flamengo está no meu coração. Sempre falei isso e nunca vou negar o meu amor pelo clube. Vai ser assim até eu morrer. Antigamente, eu saia 4h30 de casa, andava uns sete quilômetros, pegava dois trens e um ônibus para ir treinar na Gávea. Poder fazer parte de um projeto que vai dar toda a estrutura para esses meninos que treinam aqui se tornarem homens, não só profissionais do futebol, é muito gratificante”, disse Luxemburgo.











